
Há um momento em que todos partimos, até para os nossos pequenos animais. Desta vez foi a vez do meu Budy, filho do meu cão. Fez parte da concretização de um dos maiores sonhos da minha vida.
Lembro-me do dia em que nasceu, de o ver com dias de vida, enrolado entre os irmãos e irmãs. Crescia visivelmente a cada semana que passava. Com dois meses venho para minha casa,onde estava o seu pai. Não sabiam eles a relação que tinham ou a alegria e o orgulho que ambos me faziam sentir.
Budy era um autêntico bebe, assustado por se ter separado da mae e dos irmaos, so adormeceu quando se enconstou a um peluche meu, com forma de cão. Levantava-se de madrugada para brincar. Era um autêntico Labrador Retriever.
Na hora de ir embora, para casa daqueles que seriam os seus verdadeiros donos, Budy ficou a olhar para nós enquanto o carro avançava pois era connosco que tinha estado aquele tempo todo.
Mas ficou em boas mãos. Cresceu a olhos vistos.
Adorava ir visita-lo e brincar com ele. Ele também era meu. Eu adorava-o.
Mas infelizmente, foi lhe diagnosticada uma doença incurável.
E assim partiu,sem sofrimento, pois foi adormecido antes da doença e a sua dor o levarem por sua conta.
Mas a morte de um cão é, para mim, inconsolável...




